Ela usa a linguagem de sinais para levar informação e representatividade
Desde a infância, Lais Rocha encontrou na Língua Brasileira de Sinais (Libras) a forma de se conectar com os pais surdos. O que começou como uma necessidade familiar se transformou, em 2011, também em profissão. Intérprete de Libras, ela atua levando informação e dando voz à comunidade surda no Brasil.
“Eu acredito que a profissão me escolheu e me sinto muito feliz em representar esse grupo de pessoas”, conta.
Laís carrega o título de CODA (filha ouvinte de pais surdos) e entende de perto o impacto desse lugar e hoje, 26 de setembro, Dia Nacional da Pessoa Surda, deixa um recado:
“É uma data que marca a luta diária de uma comunidade inteira e tudo o que ela já passou para estar nesse espaço e estado de fala”, destaca.

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