Conheça Zan, tatuadora que cobre cicatrizes com arte e sensibilidade

Combinando saúde, cuidado e expressão, Zan tem criado, ao lado das clientes, um novo conceito de tatuagem feminina

Quem disse que não dá para unir técnica e sensibilidade em duas profissões tão diferentes? Foi ao buscar equilíbrio entre a enfermagem e a arte que Elisangela Gomes, mais conhecida como Zan, que se tornou uma tatuadora reconhecida.

Com traços delicados e estilo autoral, Zan se destaca não apenas pela estética, mas pelo cuidado com quem atende. “Não é um simples desenho. Toda tatuagem carrega um momento de transformação, e me sinto abençoada por ser escolhida para eternizar esse processo”, afirma.

Com um estúdio, exclusivo para mulheres, que também funciona como espaço de acolhimento e ressignificação, a artista encontrou na tatuagem uma forma de transformar marcas de dor em símbolos de superação.

“Após avaliar a pele e as possibilidades, construo junto com a cliente o desenho que irá substituir aquela cicatriz por uma nova história”, explica.

Formada em enfermagem, Zan alia conhecimento técnico e escuta sensível para cuidar da pele e, muitas vezes, da autoestima das mulheres que atende. “Elas chegam como clientes e saem como amigas. Aprendo com cada uma e nunca volto para casa igual”, diz.

Reconhecimento

Zan participou de uma convenção de tatuagem e conquistou o primeiro troféu, símbolo de uma caminhada construída com dedicação, arte e humanidade.

“Foi um momento marcante, esse prêmio representa não só a conquista profissional, mas o reconhecimento de um trabalho feito com amor, fé e propósito.”

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